O blog de novo tá parado, então lá vai o quarto apanhado do Desafio Musical. Enjoy.
16 - Uma música que você acha a letra ruim:
Motivo: Basicamente todas as bandas glam/hair/posers falam, cantam, respiram sexo e ponto. E nem de um jeito legal ou inovador..
17 - Uma música cujo rítmo você considere interessante:
Motivo: Ritmozinho meio arrastado, preguiçoso, mas parece que se mexendo o mínimo pra não parecer morto pros outros. O disco inteiro é legal, mas demora umas ouvidas pra acostumar se você tá só acostumado aos hits do Living Colour.
18 - Uma música que você curta e seus amigos também:
Motivo: Confesso que não pensei mais que 1 minuto nessa. Na verdade demorei tudo isso pra achar uma que fosse passável e que todo mundo gosta.
19 - Uma música que você ouviria agora (ou está ouvindo):
Motivo: Já tava engatilhada e eu ia ouvir essa logo depois de fazer o desafio do dia. Então escolhi ela, e também pra mostrar pra quem não conhece ainda. Acho ela uma das coisas mais bonitas que tem. A mistura de Jesus, Alegria Dos Homens e Eu Sei Que Vou Te Amar já é linda por si só. Agora adiciona o fato de ser o João Carlos Martins tocando depois de tudo que ele já viveu, e coloca também o Jô Soares chorando. Só isso.
20 - Uma música para viajar ouvindo:
Motivo: É uma daquelas que, enquanto ouve, você pensa sobre alguma coisa que não pára pra pensar geralmente.
Buenas tardes chicos, chicas e não-Franciscos da vida ! Como estão todos vocês ?
Finalmente um post de verdade aqui no blog após muito muito tempo sem achar nada de muiiito legal pra compartilhar com vossas pessoas.
É um clipezinho de 3 minutos, extraído do filme The Art Of Piano (assistível aqui), de 1999.
Mas apesar do filme ser recente, ele mostra diversos intérpretes tocando diversas peças para piano.
O que eu vou mostrar aqui é o excêntrico Glenn Gould.
Nascido Glenn Herbert Gould, na Toronto de 1932, o seu avô materno era primo de ninguém menos que Edvard Grieg.
Ele era um desses Robins meninos-prodígio, e com meros 3 anos, ele já sabia ler notas antes de ler palavras.
Etc etc, ele era o fodão.
Vamos ao vídeo dele tocando um pouco de Bach e sendo um tiquinho excêntrico.
A velocidade é quase vertiginosa !
Faixa bônus: a belíssima Hélène Grimaud tocando a Chaconne em D menor, do Bach também.
Bom dia rapaziada desse meu Brasil varonil ! Como vão todos vocês nessa ensolarada quinta-feira ?
O post do dia vai consistir em dois vídeos. Pra quem não conseguiu imaginar à partir do título dessa bagaça, vai ser um do Mozart, e outro do Bach (som de 'r' de carioca, não um 'ck' de "coito" como as pessoas amam falar..).
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), compôs a obra Requiem no ano da sua morte, mas não chegou a finalizar ela antes de morrer, em dezembro.
A música que vou colocar, é das melhores e mais famosas (obviamente de uma época em que um era conseqüência do outro) da rica obra do Mozart. Com vocês, Lacrimosa, com direito a letra em latim e tradução pra inglês:
E agora vem talvez a música mais conhecida do nosso querido Johann Sebastian Bach (1685-1750), que teve incríveis 20 filhos duranta a vida, com duas mulheres diferentes.
A Toccata e Fuga em ré menor foi escrita em algum período entre 1703 e 1707.
Vou postar alguem tocando ela num órgão pra vocês verem a insanidade que é, fora a apelação que é fazer um cara tocar um negócio desses com as duas mãos e os dois pés ao mesmo tempo:
Faixa bônus: a primeira página da partitura original das duas músicas. Sim, a Tocatta e Fuga é escabrosa.